"Quando se sonha sozinho é apenas um sonho. Quando se sonha juntos é apenas o começo da realidade"
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
INFOGRÁFICO DOS PRINCIPAIS PONTOS DO ALONGAMENTO
01 – ARTICULAÇÃO DO JOELHO
A mobilidade articular é melhorada através de alongamentos frequentes dos músculos que envolvem a articulação.
02 – TRATO ÍLIO-TIBIAL
Tendões como o do Trato Ílio-Tibial quando alongados aumentam a flexibilidade e reduzem o risco de desiquilíbrio e lesões por over-use (Excesso de treinamento/repetição).
03 – MÚSCULOS DO PESCOÇO
Alongar pode melhorar a postura; esta posição reforça os músculos do pescoço, o que ajuda a manter a cabeça alinhada.
04 – DELTÓIDE (MÚSCULOS DO OMBRO)
Os músculos dos ombros fazem muito esforço, trabalhando duro; alongá-los ajuda a reduzir a tensão gerada no dia-a-dia.
05 – MÚSCULO PEITORAL
Alongar essa região é reabastecê-la com água e oxigênio.
06 – CAIXA TORÁXICA E PEITO
Alongar os músculos da caixa toráxica permite que os pulmões respirem mais profundamente.
07 – LIGAMENTOS
Há ligamentos profundos dentro da coluna vertebral; manter a postura correta ajuda a protegê-los.
08 – MÚSCULOS PARAVERTEBRAIS
Torcer os músculos laterais da coluna vertebral (girar o tronco) ajuda no equilíbrio dessa musculatura, o que pode ajudar a reduzir o desgaste na coluna.
09 – MÚSCULOS GLÚTEOS
Músculos pequenos são fracos, alongar a musculatura do glúteo até seu máximo comprimento os manterá fortes.
BENEFÍCIOS DO ALONGAMENTO:
· Relaxa o corpo e a mente
· Reduz a tensão muscular do dia-a-dia e dos esportes
· Aumento da ADM (amplitude de movimento)
· Facilita a coordenação, fazendo com que os movimentos tornem-se mais fáceis de serem realizados
· Previne lesões
· Desenvolve consciência corporal
Alongamento: Mitos e Verdades
Os exercícios de alongamento até hoje ensinados nos colégios, clubes, academias, e mesmo profissionais do esporte e da saúde, não passam de perda de tempo se feitos de maneira tradicional que foram ensinados e ainda são. Afinal, quando são revisadas pesquisas sobre os princípios mais aceitos sobre treinamento de flexibilidade, vê-se que eles simplesmente não funcionam. Pior, se você seguir muito a sério todas as regras sobre alongamento, a probabilidade de você sofrer uma distensão muscular é muito maior do que se não tivesse feito alongamento, principalmente porque as pessoas geralmente não sabem fazer da maneira correta e não sabem respeitar os próprios limites. Portanto, repensem suas idéias sobre o assunto.
Por isso este artigo vem apresentar novas regras sobre alongamento e apresentar um plano sobre flexibilidade muito simples de ser executado. Assumindo novas regras você correrá menor risco de sofrer lesões e melhorará seu desempenho.
Primeiro vamos entender a base científica sobre o alongamento e fibra muscular. Existem dois tipos principais de alongamento: o estático e odinâmico. O alongamento estático baseia-se na técnica para aumentar a flexibilidade, ao se manter uma posição com o músculo desejado na sua maior extensão possível, por um período de 20 a 30 segundos. O alongamento dinâmico consiste na reprodução de movimentos corporais iniciados em ritmo lento e confortável, esse ritmo e amplitude devem ser aumentados até que se consiga fazer o movimento rapidamente, os exemplos serão dados passo a passo posteriormente.
Vamos conhecer agora um pouco mais sobre fibras musculares. Basicamente são conhecidos dois tipos de fibras, fibras de contração lenta e contração rápida. Convencionou-se chamá-las de modo mais didático respectivamente Tipo I e Tipo II, isso porque as do tipo II podem ser desmembradas em II a, II b e II c, de acordo com funções motoras anaeróbicas.
Fibras tipo I – são fibras que possuem altos níveis de mioglobina, carregam muitas mitocôndrias, possuem alto poder de carregar oxigênio, ou seja, são responsáveis pelo desempenho de atletas fundistas.
Fibras tipo II a – possuem capacidade tanto aeróbica quanto anaeróbica, sendo assim consideradas intermediárias.
Fibras tipo II b – possuem um maior potencial anaeróbico, sendo a verdadeira fibra rápida, ou seja, mais presentes nos atletas de explosão muscular.
Fibras tipo II c – são mais raras podem participar da reinervação ou da transformação das unidades motoras (unidade motora correspondente ao neurônio motor e as fibras musculares inervadas por ele).
É certo abandonar o alongamento tradicional? Apesar de ser receitado regularmente como uma forma de prevenir lesões, o alongamento estático antes das atividades físicas pode ser a pior das estratégias. Pelo fato de forçar o músculo alvo a relaxar, ele fica enfraquecido temporariamente, o alongamento estático também reduz o fluxo sanguíneo e diminui a atividade do sistema nervoso central, isso inibe o poder do cérebro de se comunicar com os músculos, o que limita a capacidade de gerar força, ou seja, nunca faça alongamento estático antes de malhar ou praticar esportes.
Mas, antes de você abandonar para sempre o alongamento estático, saiba que ele tem o seu valor, isso porque melhora sua flexibilidade “passiva”, é bom para esforços não-atléticos do dia-a-dia, como curvar-se, ajoelhar e agachar, o que você precisa saber é o alongamento certo para a hora certa.
O alongamento estático pode e deve ser feito a qualquer hora do dia, menos antes de praticar esportes, para melhorar a flexibilidade geral. Faça duas vezes por dia todos os dias, se a freqüência for menor, você não mantém o que já conseguiu em flexibilidade. Faça apenas um alongamento para cada músculo mantendo a posição 20 a 30 segundos, os avanços na flexibilidade são conseguidos no primeiro alongamento, repetir os mesmos movimentos dá poucos resultados. Siga essas regras para aqueles alongamentos clássicos como: puxar a perna para trás para alongar a parte anterior da coxa; se inclinar tentando encostar as mãos nos pés para alongar a parte posterior da coxa; se inclinar contra a parede com uma das pernas atrás para alongar a panturrilha, etc. Esse tipo de alongamento aumenta sua flexibilidade somente naquela exata postura, quando se move em baixa velocidade, se você for contorcionista tudo bem, mas pouco adianta para a flexibilidade de que você precisa nos esportes e treinamentos com peso, atividades que exigem que os músculos se alonguem rapidamente em várias posições.
Por isso o alongamento dinâmico é componente necessário para um programa de flexibilidade “ativa”, o tipo ideal para todos os esforços atléticos.
O alongamento dinâmico estimula o sistema nervoso central e aumenta o fluxo de sangue, aumentando assim a produção de força. Portanto, é o aquecimento ideal para qualquer atividade. Quando você faz com regularidade tanto o alongamento estático quanto o dinâmico, uma parte do ganho em flexibilidade de um tipo será transferida para o outro.
Como e quando fazer o alongamento dinâmico? Como aquecimento antes de qualquer tipo de prática esportiva, para melhorar seu desempenho e reduzir o risco de lesões.
Faça a seguinte rotina de exercícios, você provavelmente já os conhece: rotação dos ombros com os braços estendidos nos sentidos para frente e para trás; rotações do tronco; polichinelos; simulação de corrida saltando alternadamente tentando tocar os calcanhares nas nádegas; fazendo uma marcha alta saltando e levantando os joelhos para cima; faça a mesma marcha alta fazendo rotações do quadril levando os joelhos de fora para dentro assim como de dentro para fora (como você costuma ver os jogadores de futebol fazendo para aquecer); faça tiros curtos de corrida para frente, para os lados e para trás. Lembre-se sempre de começar com amplitudes pequenas e os movimentos feitos de forma lenta, vá aumentando gradualmente tanto a amplitude quanto a velocidade respeitando sempre os seus limites. Boas corridas.
Rômulo do Carmo Oliveira
Fisioterapeuta
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Neuroanatomia - turma 1 - Neuroanatomia
- Inicio: 10/09/2011 Terminio: 10/09/2011Horario: 8-17Vagas: 44Valor R$: 47,00Carga Horaria: 8 h Formas de pagamentos: Boleto bancário, Cartão de Credito Dias: Sábado
Inscrições pelo Site: http://www.mauriciodenassau.edu.br/inscricao/visualizarCurso/cod/1557/cid/4/fid/1#
domingo, 28 de agosto de 2011
Exercício para coletas de dados sobre amputados (ProfºRui)
| DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA | |||
| COMPONENTE CURRICULAR | Órteses e Próteses | ||
| TEMA | Amputação | ||
| PROFESSOR: | Rui Araújo Junior | ||
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA EM AMPUTAÇÃO DE MEMBRO INFERIOR
1. IDENTIFICAÇÃO
Data da Avaliação___/___/______
Nome do paciente____________________________________Idade_______
Data de Nascimento___/___/_____ Fone:__________________
Estado Civil_____________________________ Sexo ( ) masculino ( ) feminino
Nacionalidade____________________Profissão:_______________________
2. ANAMNESE
HDA_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
HDP_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
HF_____________________________________________________________
Tempo de amputação______________________________________________________
- Nível de amputação______________________________________________________
- Peso aproximado __________Kg - altura__________
- Queixa principal________________________________________________
- Expectativa do paciente___________________________________________
- Realizou cirurgia anterior________________________________________________________________________________________________________________________
Realizou reabilitação anterior________________________________________________________________________________________________________________________
- Quais os problemas associados____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
- Fuma ( )Sim ( )Não - quantos cigarros por dia_______ - há quanto tempo________
- Alcoólatra ( )Sim ( ) Não - Há quanto tempo___________
- Condições Sócio-econômicas ( )ruim ( )regular ( )bom
- Estado emocional durante a avaliação ( ) calmo ( )agitado ( )misto
- Nível de dificuldade para transpor obstáculos arquitetônicos
no trabalho ( ) pequeno ( ) médio ( ) grande
em casa ( ) pequeno ( ) médio ( ) grande
3 AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA
Presença de dor fantasma ( )sim ( )não
Local___________________________________________________________
_______________________________________________________________
Duração________________________________________________________
- Tipo da dor ( ) ardência ( ) queimação ( ) torcedura ( ) fisgadas
( )outro Qual.:____________________________________________
Presença de sensação fantasma_______________________________________________
4 ATIVIDADES DE VIDA DIÁRIAS
Transferências (cama para cadeira de rodas, banheiro, automóvel)
( )dependente ( )independente ( )parcialmente independente
Deambulação
( ) com muletas ( )andador
( ) com auxílio ( ) sem auxílio
Risco no domicílio (corrimão de segurança, escada, tapetes, piso escorregadio...)___________________________________________________
sábado, 27 de agosto de 2011
Fratura do Fêmur (Aula Profº Elvis)
Constituído de três partes:
Fraturas desviadas - Estáveis:
- Diáfise e Duas epífise proximal e distal
Epífise proximal
- Colo do fêmur
- Trocante Maior e Menor
Epífise Distal
- Epicôndilo e côndilo medial e lateral
- Fossa intercondilar
- Faceta Patelar
Fratura do colo do Fêmur
Capsula Articular do Quadril:
Surge do acetábulo e insere-se anteriormente na linha intertrocantérica e posteriormente numa posição mais proximal. Metade lateral do colo é extracapsular. Parte do colo intracapsular é banhada pelo liquido sinovial dificultando a formação do calo.
O desenvolvimento de osteonecrose após fratura do colo refere-se ao suprimento sanguíneo. A maior parte é derivada da artéria circunflexa que ascendem sob a capsula ao longo do colo até a cabeça fo fêmur. Apenas uma pequena porção é irrigada pelo ligamento redondo.
Na presença da fratura os vasos são rompidos, podendo ocorrer revascularização antes que ocorra colapso secundário á necrose vascular. é fundamental que uma fratura instável seja estabilizada.
Etiologia:
Ocorrem com maior frequência na 7ª e 8ª década de vida, nas quais o efeito osteoporose, principalmente nas mulheres, é mais predominante.
A fratura pode ocorrer também devido a uma metástase de carcinoma, provocando destruição óssea sem sem reação do periósteo.
Traumatismo de alta energia devido (atropelamentos e acidentes), direto na região trocantérica ou por rotação externa, colidindo com o rebordo acetabular e consequente cominução.
Fratura Proximal do Fêmur
Classificação:
Quanto a localização do traço: A) Transtrocanteriana , B) Cervical e C) Cabeça.
Classificação para as fraturas do colo:
- Pela localização anatômica
- Pelo angulo do traço da fratura (Pauwels)
- Pelo desvio da fratura (classificação de Garden)
Localização Anatomica: São Classificadas de acordo com a região acometida.
Ângulo do traço da fratura: Pawels dividiu em três:
Tipo I: Forma um ângulo de 30 graus com uma linha horizontal
Tipo II: Forma um ângulo de 50 graus com uma linha horizontal
Tipo III: Forma um ângulo de 70 graus com uma linha horizontal (quase vertical)
Desvio da Fratura - Garden
Grau I: Fratura incompleta ou na qual o grupo de trabéculas no colo demostra uma "fratura em galho verde"
Grau II: Fratura completa, não sendo afetada a linha das trabéculas.
Grau III: Fratura completa com desvio parcial com trabéculas desalinhadas.
Grau IV: Fratura completa com desvio total.
OBS: Pode ser agrupar graus I e II em não desviadas e II e IV desviadas.
Desvio da Fratura de Garden
Estagio I: Incompleta (Abduzida ou Impactada), ângulos das trabéculas mediais da cabeça e do colo > 180°
Estagio II: Completa, sem deslocamento, ângulos das trabéculas mediais da cabeça e do colo = 160°
Estagio III: Completa. com deslocamento mediais, trabéculas parciais da cabeça não alinhadas com as trabéculas pélvicas.
Estagio IV: Completa. com deslocamento completo, trabéculas mediais da cabeça alinhadas com as trabéculas pélvicas.
Diagnostico:
Clinico:
- Inspeção estática: Rotação Externa + encurtamento.
- Inspeção Dinâmica: Impotência Funcional
- Mobilidade Articular: Ausente devido ao quadro algico.
Quadro Clinico:
- Dor
- Deformidade
- Edema
- Sensibilidade
- Espasmo Muscular
- Perda da função
Tratamento: Fraturas não desviadas - Estáveis
- Apresenta bons resultados
- Opta-se pela fixação cirúrgica para não transforma em fratura em fratura instáveis, evitando complicações.
- Existem muitas técnicas e controvérsias porem todos seguem dois princípios:
- Principio da compressão
- Principio da Estabilidade.
Princípios da Compressão:
Refere-se a qualquer método que gere compressão; Desviar no plano sagital no momento da compressão; Desvio na comunição tende a ocorrer maior encurtamento quando comparado a estabilização; Para conseguir a compressão deve reduzi-la não anatomicamente na posição de valgo-anteversão levando a complicações.
Princípios da Estabilidade:
Qualquer método que gere estabilização diretamente; Fixação anatomica bloqueando o foco da fratura não permitindo o deslizamento entre os fragmentos; Podem ocorrer encurtamento porem tende a ser de menor grau.
Tratamento:
Segundo Camargo (2004) as fraturas devem ser fixadas em pacientes abaixo de 65 anos. Acima desta seria indicado artroplastia, dependendo dos fatores:
- Nível de atividade do paciente
- Grau de Osteoporose
- Tempo decorrido entre a fratura e o tratamento
- Doenças associadas
Artroplastia:
- Deve-se decidir entre prótese total ou parcial, cimentada ou não cimentada;
- Próteses parciais indicadas a pacientes com expectativas de vida ate 10 anos. (Camargo, 2004)
- Próteses totais com maior expectativa de vida.
Obs:
Prótese Cimentada: "As próteses do quadril podem ser fixadas com um cimento osseo constituído por polimetilmetacrilato, PMMA, um polímero em forma de pó que quando misturado ao monômero liquido forma uma massa que solidifica em media de 10 a 15 segundos. Esse cimento não é uma cola. Ele seca interrompendo-se entre o osso e a prótese e promove sua fixação".
Próteses não Cimentadas: " É aquela prótese que, depois de colocada, permite que o tecido ósseo circunvizinho cresça em sua direção, criando a fixação biológica".
Complicações:
- Perda da redução ou pseudo-artrose - Falha no método de osteossíntese
- Colapso segmentar da cabeça femoral - Artroplastia
- Retardo da Consolidação - Estimula a Consolidação
- Rigidez Articular
- Infecção
- Consolidação viscosa.
Fraturas Transtrocantéricas:
Ocorre no terço proximal do femur, na região dos trocantes. Vai de uma linha que liga o trocante maior ao menor ate 2,5 cm abaixo do topo do trocanter menor.
Incidencia:
Ocorre mais em idosos, em mulheres com osteoporose, Mais comum na sexta e setima década de vida.
Mecanismo:
Geralmente causada por trauma banal - decorrente da osteoporose. Pode ser secundaria a um trauma direto do trocanter maior com o solo. Indireto - decorrente de rotação de todo o membro inferior, fraturando a região mais frágil que é a transtrocantérica.
Diagnostico
Clinico:
Inspeção estática:
- Rotação externa + encurtamento
- Dor no terço proximal
- Equimose tardia devido a profundidade
Inspeção Dinâmica:
- Impotência funcional
Mobilidade Articular:
- Ausente devido ao quadro algico
Tratamento:
Fraturas Estáveis:
- Utiliza-se redução fechada e fixação interna com pino-parafuso
Fraturas Instáveis:
- Redução aberta e fixação interna com placas, Objetivando a estabilização da fratura.
Fraturas da Diáfise do Fêmur:
Essas fraturas resultam de traumas violentos, (diretos) geralmente esta associada a algum gral de lesão de partes moles ou outras regiões do como: Cranio, tórax, abdome e outros membros.
Força indireta pode ser:
- Flexão
- A combinação da torção, flexão e compressão.
- Torção, a qual causa uma fratura em espiral.
Diagnostico Clinico é Evidente:
- Dor
- Deformidade e encurtamento da coxa
- Aumento do volume e incapacidade funcional
- Mobilidade anormal
- Ligamentos e Meniscos estão comprometidos em cerca de 23% a 50% das fraturas (SIZINIO,2003)
Classificação AO
Grupo A são as simples de traço único.
- Traço único
- Espiralar
- Oblíquo
- Transverso
Grupo B - Fraturas em Cunha
- Cunha
- Cunha giratória
- Cunha de flexão
- Cunha Fragmentada
Grupo C - Fraturas Complexas (cominutivas)
- Cominutivas
- C. Torcionada
- C. Segmentada
- C. Não espiroides
Tratamento: Incruente
Uso de tração: requer tempo de internação e associa-se a rigidez articular, atrofia muscular e osteoporose. Mantida por 3 a 4 semanas ou ate formação do calo fibroso.
Cirúrgico:
A osteossíntese produz uma adequada redução e estabilização dos fragmentos ósseos, permitindo recuperação funcional mais acelerada.
Métodos de Osteossíntese:
- Haste intramedular: Tratamento das fraturas fechadas
- Placa e parafusos: Opção para fraturas graves
- Fixadores externos: Tratamento de fraturas expostas ou infectadas.
Por: Iara Souza
domingo, 21 de agosto de 2011
Radiografias (Para nós ajudar em Fisiopatologia Clinica... Profº Elvis)
Radiografia do crânio e dos seios
1, Fissura orbital superior. 2, Asa maior do osso esfenóide. 3, Asa menor do esfenóide. 4, Seio frontal. 5, Osso petroso.
1, Palato duro. 2, Seio maxilar. 3, órbita . 4, seio frontal. 5, Seio Esfenoidal . 6, Fossa pituitária. 7, Processo clinóide posterior. 8, Processo espinhoso (Atlas). 9, Processo espinhoso (Axis).
1, Clavícula. 2, Primeira costela. 3,Traquéia. 4, Processo Espinhoso (C7). 5, Corpo Vertebral (C5). 6, unco do corpo (processo uncinado).
1, Corpo Vertebral (TH1). 2, Processo Espinhoso C7. 3, Lâmina do arco vertebral. 4, Processo articular inferior. 5, processo articular superior. 6, Processo Espinhoso C2. 7, Processo odontóide (ou dente do áxis). 8, Arco anterior do atlas (C1). 9, Traqueia .
1, Processo Transverso (C1). 2, Massa lateral do Atlas (C1). 3, Processo odontóide (ou dente do áxis). 4, Processo articular inferior of C1. 5, processo articular superior of C2.
1, Costela. 2, Clavícula. 3,forame intervertebral. 4, Pedículo. 5, Traquéia.
1, Clavícula. 2, Costela. 3,Lâmina do arco vertebral. 4, forame intervertebral. 5, unco do corpo (processo uncinado). 6, Pedículo.
Radiografia da coluna torácica
1, Ventrículo esquerdo. 2,Gás no estômago. 3, Hemidiafragma direito. 4, Costela posterior. 5,Clavícula.
1, Gás no cólon (flexura esplênica). 2, Gás no estômago. 3, hemi-diafragma esquerdo. 4, Costela posterior. 5, Pedículo. 6, Proceso Espinoso. 7, Processo Transverso.
1, hemidiafragma direito. 2, hemidiafragma esquerdo. 3,corpo vertebral. 4, Costela.
1, Costela posterior. 2, Corpo vertebral. 3, Espaço discal intervertebral.
Radiografia de tórax
projeção ântero-posterior.
projeção lateral.
Radiografia do ombro
incidência AP (frontal).
incidência perfil
1 Processo coracóide.2 Clavícula.3 Acrômio.4 Cabeça do úmero.5 úmero.6 Escápula (fronteira axilar)
Radiografia do cotovelo
AP
perfil
1, Úmero. 2, Epicôndilo medial do úmero. 3, Epicôndilo lateral do úmero. 4, Fossa do olécrano.
5, Capitellum do úmero. 6, Rádio. 7, Cabeça radial. 8, Ulna. 9, Olécrano. 10, Processo coronóide da ulna. 11,Panícula de gordura anterior (ddéplacé par un épanchement intra-articulaire).
5, Capitellum do úmero. 6, Rádio. 7, Cabeça radial. 8, Ulna. 9, Olécrano. 10, Processo coronóide da ulna. 11,Panícula de gordura anterior (ddéplacé par un épanchement intra-articulaire).
Radiografia do antebraço
incidência AP
incidência perfil.
*, Cartilagem epifisário.
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